domingo, 15 de novembro de 2009

POR ONDE ANDARÁ ODAIR CABEÇA DE POETA?

Odair Cabeça de Poeta é baiano, tocou bateria com os Novos Baianos e também foi parceiro de Tom Zé. Mas principalmente... Odair foi precursor do estilo forróck, juntamente com seus companheiros do Grupo Capote. Como curiosidade, a música ‘A feira da fruta’ foi usada na dublagem escraxada do seriado do Batman, que ficou conhecida na internet como ‘Batima’. Enfim... Enquanto ninguém sabe o paradeiro do Odair, confira o som desse artista.

1972 Grupo Capote no Forróck

1. Xeque-mate blue
2. Bomlero
3. Carolina vai Carolina vem
4. Paulada no coqueiro
5. A feira da fruta
6. Forróck
7. Fiz uma viagem
8. Tu tá comendo vrido
9. Eu disse que disse
10. Minha calma espiritual imediata

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1974 Odair Cabeça de Poeta & Grupo Capote

1. Buxixo na aldeia
2. A vida de um
3. Caminho do G
4. Abre ala
5. Moringa moringa
6. Teia de aranha
7. Paranauê
8. Feriado
9. O início
10. Maria
11. Picadeiro
12. Xi-qui-ri

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1974 Compacto Continetal (Tom Zé com Odair Cabeça de Poeta)

1. Botaram tanta fumaça
2. Dodó e Zezé

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1975 O Forró Vai ser Doutor (& Grupo Capote)

1. Sertão de Nova York
2. O forró vai ser doutor
3. Luar de iô iô
4. Estrada de Canindé
5. Solada
6. Loucura amor
7. Filomena e Fedegôso
8. Seu Nepomuceno
9. Você inventa
10. Placar diferente
11. A dor é curta e o nome cumprido
12. Os pingos da chuva

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1976 A Forronática e o Forramba (& Grupo Capote)

1. Tranca da janela
2. Amigos
3. Mariquinha
4. Vazio
5. Feitiço do saci
6. Mundo só
7. Forramba no castelo doido
8. Arrepio do ébrio
9. Isso é bonito
10. Lamento
11. Mulher corintiana

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1978 Águas e Mágoas (& Grupo Capote)

1. Águas e mágoas
2. Druma Madri
3. Carmem
4. Negra
5. Tempestade em tempo bom
6. Kalu
7. A figueira
8. Ontem à noite
9. Natural
10. Força do destino
11. Vamos abrir o jogo
12. Bem vindo o sol

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1979 Rebuliço (& Capote)

1. Fada faça aquilo
2. O casamento e o frango
3. Terra
4. A outra que há outra
5. Não é navio... É um barco
6. Rebuliço
7. Jamais
8. Política do acarajé (com Clementina de Jesus)
9. Doce sonho doce
10. Não deixe de lembrar
11. Big boy
12. Antibiótico

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1982 Odair Cabeça de Poeta

1. O dragão que São Jorge matou não morreu
2. Samba na lua
3. Balanço das ondas
4. Andaças
5. Distância
6. Tudo vai passando
7. Casca de banana
8. Tu tá cumento vrido
9. A bruxa
10. Quando o país começa a cantar
11. Bibelô chinês
12. Eu canto prá você
13. As figuras estão voltando
14. O dragão

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1986 Repolho Podre e os Rabanetes Delinquentes

1. Rocambole
2. Quanto a gente caminhou
3. O índio
4. Repolho podre e os rabanetes delinquentes
5. Novo planeta
6. Toque-toque
8. Balanço das ondas
9. Toda a vez que se fala no mar
10. Baton na boca
11.Quebrando esquinas

domingo, 8 de novembro de 2009

ELZA, SUOR, SWING, SANGUE E SAMBA

Ela canta, faz scat, grita, berra e solta seus urros de voz rouca. Nasceu e foi criada numa favela do Rio de Janeiro. Foi casada com Mané Garrincha. Saltou de banda e tudo mais. Se você não sabe quem foi Elza Soares baixe todos os discos abaixo e confira o swingue dessa mulata assanhada.

1960 A Bossa Negra

1. Tenha pena de mim (Ai, ai, meu Deus)
2. Boato
3. Fala baixinho
4. Só vedo que beleza (Marambaia)
5. O samba está com tudo
6. Cadeira vazia
7. Perdão
8. Beija-me
9. O bilhete
10. O samba brasileiro
11. As polegadas da mulata
12. Eu quero é sorongar
13. Mack the knife
14. Edmundo (In the mood)
15. avec no Leblon
16. Aconteceu um novo amor
17. A barata Serafina

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1960 Se Acaso Você Chegasse

1. Se acaso você chegasse
2. Casa de turfista… Cavalo de pau
3. Mulata assanhada
4. Era bom
5. Samba em Copa
6. Dedo duro
7. Teleco-teco nº 2
8. Contas
9. Sal e pimenta
10. Cartão de visita
11. Nego tú… Nego vós… Nego você
12. Não quero mais

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1961 O Samba é Elza Soares

1. Eu e o Rio
2. Vedete certinha
3. Teleco-teco
4. Bom mesmo é estar de bem
5. Fez bobagem
6. Amor de mentira
7. Na base do bilhetinho
8. Cantiga do morro
9. Acho que sim
10. Ziriguidum
11. Vou sonhar pra você ver
12. Reconciliação

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1963 Sambossa

1. Rosa Morena
2. Gamação
3. A banca do distinto
4. Primeira comunhão
5. Sim e não
6. Leilão
7. Só danço samba
8. A corda e a caçamba
9. Vaca de presépio
10. Maria Mária Mariá
11. Quando o amor não é mais amor
12. Mulata de verdade
13. Maria Maria Maria
14. Praga
15. Galã encantador
16. Escurinho

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1964 Na Roda do Samba

1. Na roda do samba
2. Dja ba dja
3. Convite ao samba
4. Na base do Pinguím
5. Pressentimento
6. Samba primeiro
7. Nega
8. Gostoso é sambar
9. Vou rir de você
10. Princesa Izabel
11. Domingo em Copacabana
12. Banca de pobre

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1965 Um Show de Elza

1. Ocultei
2. Verão no meu Rio
3. Dindi
4. Samba da minha terra
5. Ombro a ombro
6. Pé Redondo
7. Vigança
8. Sambou, sambou
9. Porque e para que
10. Neném
11. Cais do porto
12. Se acaso você chegasse/ Mulata assanhada/ Edmundo
13. Eu sou a outra
14. Amor impossível
15. De amor e de paz
16. Toque balanço moço

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1966 Com a Bola Branca

1. Quizumba
2. Estatutos de gafieira
3. Nem vem nem vai
4. No carnaval
5. Jogado fora
6. A vida como ela é
7. A infelicidade
8. Deixa a nega gingar
9. Brincadeira tem hora
10. Volta pro morro
11. Meu tudo e por que
12. Tudo é balanço

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1967 Elza Miltinho e Samba

1. Com que roupa/ Se você jurar
2. Beijo na boca/ Requebre que eu dou um doce/ Tem que ter
3. Boogie-woogie na favela. Bonitão/ Eu quero um samba/ Pourquoi (Essa nega sem sandália)
4. Se você visse
5. Todo dia é dia
6. Enlouqueci/ Fica doido varrido/ Obsessão/ Só eu sei/ É bom parar/ Calado venci/ Vai que depois eu vou/ Já vai?
7. Mal de amor
8. Antonico
9. Louco de saudade
10. Sofri
11. Bonde de São Januário/ Zé Marmita/ O trem atrasou/ Sapato de pobre
12. Pam-pam-pam
13. Pode o mundo se acabar

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1967 O Máximo em Samba

1. O mundo encantado de Monteiro Lobato
2. Conversa de botequim
3. Tristeza
4. Agora é cinza
5. Louco (Ela é o seu mundo)
6. O orvalho vem caindo
7. Atire a primeira pedra
8. Devagar com a louça
9. Vem morar comigo
10. Você não tem palavra
11. Leva meu samba
12. Pra machucar meu coração
13. Palmas no portão
14. Me deixa em paz
15. Nostalgia
16. Vou deixar cair

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1968 Elza Miltinho e Samba Vol. 2

1. Diálogo de crioulos (Prefixo)
2. Alô alô/ Pelo telefone
3. Semana inteira/ O pau comeu na casa de Noca
4. Vaidosa/ Me deixa em paz/ Para me livrar do mal
5. Tem pena de mim
6. Você já foi à Bahia/ Vestido de bolero
7 Mancada/ Vai haver barulho no chateau
8. Promessa (Uma promessa que eu fiz)/ Confesso/ Quem chorou fui eu
9. Pot-pourri de imitações: Se acaso você chegasse/ Feitiço da Vila/ Mensagem/ Abandono/ Pare o casamento (Stop the wedding)

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1968 Elza Soares e Baterista Wilson Neves

1. Balanço zona sul
2. Deixa isso pra lá
3. Garota de Ipanema
4. Edmundo (In the mood)
5. O pato
6. Copacabana
7. Teleco teco nº 2
8. Saudade da Bahia
9. Samba de verão
10. Se acaso você chegasse
11. Mulata assanhada
12. Palhaçada
13. Sofri
14. Bonde de São Januário
15. Pam-pam-pam
16. Pode o mundo se acabar

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1969 Elza Carnaval & Samba

1. Bahia de todos os deuses
2. Quero morrer no carnaval
3. Não me diga adeus
4. Eu chorarei amanhã
5. De lanterna na mão
6. Fechei a porta
7. Heróis da liberdade
8. Rosa Maria
9. Eu agora sou feliz
10. Que samba bom
11. Falam de mim
12. Se é pecado sambar
13. Lapinha
14. Onde está meu Samba
15. Chove chuva

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1969 Elza Miltinho e Samba Vol. 3

1. Juntinhos de novo/ Não manche o meu Panamá/ O sorriso do Paulinho/ Oito mulheres/ Embrulho que eu carrego/ Despacho
2. Saia do meu caminho/ Nervos de aço/ Por causa de você
3. Só com você
4. Julgar é missão divina
5. Vai na paz de Deus/ Conceição/ Aos pés da Cruz/ Se a saudade me apertar/ Você não quer, nem eu
6. Com olhos de gata/ Fita amarela/ Madeira de lei
7. Samba da cor
8. Madrugada vai chegar
9. Um samba pra ela

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1970 Sambas e Mais Sambas

1. Mas que nada
2. Recado
3. Dá-me tuas mãos
4. Vejam só
5. Pressentimento
6. Máscara da face
7. Tributo a Martin Luther King
8. Comunicação
9. Maior é Deus
10. Tributo a Dom Fuas
11. Seu José
12. Meu consolo é você

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1971 Elza Pede Passagem

1. Cheguendengo
2. Saltei de banda
3. Maria vai com as outras
4. Samba da pá
5. ABC da vida
6. Barão Beleza
7. Rio carnaval dos carnavais
8. O gato
9. Pulo, pulo
10. Amor perfeito
11. Mais do que eu

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1972 Sangue Suor e Raça (& Roberto Ribeiro)

1 Swing negrão/ /Brasil pandeiro/ O samba agora vai/ É com esse que eu vou
2. Aurora de um sambista
3. Domingos, domingueira
4. Cicatrizes
5. Isto é papel, João?/ Cocorocó/ Decadência
6. Recordações de um batuqueiro
7. O que vem de baixo não me atinge
8. Lenço cor de rosa
9. Sacrifício
10. Coisa louca

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1973 Elza Soares

1. Eu não toco berimbau
2. Busto calado
3. Pranto de poeta
4. Dia de graça
5. Maria José
6. Zelão
7. Canoa furada
8. Solidão
9 Sete linhas
10. Festa da vinda
11. Lá vou eu
12. Aquarela brasileira

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1974 Elza Soares

1. Bom dia Portela
2. Pranto livre
3. Não é hora de tristeza
4. Meia-noite já é dia
5. Desabafo
6. Partido do lê lê lê
7. Deusa do Rio Niger
8. Quem há de dizer
9. Louvei Maria
10. Xamêgo de crioula
11. Falso papel
12. Giringonça

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1975 Nos Braços do Samba

1. Primeiro eu
2. Nem vem
3. Viagem de jangada
4. Quem é bom já nasce feito
5. Debruçado em meu olhar
6. Confesso que chorei
7. Lendas e festas das Yabás
8. Nos braços do samba
9. Auera
10. Saudade minha inimiga
11. Deixa pra Deus resolver
12. Cansada de esperar

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1976 Lição de Vida

1. Malandro
2. Cipriano
3. Lição de vida
4. Pinta e borda
5. Rainha dos sete mares
6. A rosa
7. Curumbandê
8. Nó na tristeza
9. Deus e viola
10. Estou com raiva de você
11. Samba, minha raiz
12. Sal e pimenta/ Mulata assanhada/ Beija-me

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1977 Pilão + Raça = Elza

1. Língua de pilão
2. Enredo de pirraça
3. Aldeia de Okarimbé
4. Sombra confidente
5. Perdão Vila Isabel
6. Perdão amor
7. De pandeiro na mão
8. Só tem um jeito agora
9. Amor aventureiro
10. Compositor
11. Prezado amigo
12. Só uma lágrima

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1988 Voltei

1. Pot-pourri: Voltei/ Bom dia Portela/ Malandro
2. Doce acalanto
3. Amor sublime
4. Plenitude
5. Erê
6. Lá vem você
7. Sem ilusão
8. Ânsia louca
9. Coisas da gente
10. Nesse trem

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2002 Do Cóccix até o Pescoço

1. Dura na queda
2. Hoje é dia de festa
3. Haiti
4. Dor de cotovelo
5. Bambino
6. A carne
7. Eu vou ficar aqui
8. Etnocopop
9. Fadas
10. Flores horizontais
11. A cigarra
12. Quebra lá que eu quebro cá
13. Todo dia
14. Façamos (Vamos amar)

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2003 Sambas e Mais Sambas Vol. 2

1. Bloco sujo
2. Dá licença
3. A flor e o samba
4. Lendas e mistérios da Amazônia
5. Pro que der e vier
6. Vida
7. Grade do amor
8. Rainha da roda
9. Lendas do Abaeté
10. Já era
11. Rio Zé Pereira
12. Acorda Portela
13. Se eu jurei
14. Mangueira em tempo de folclore
15. Maledicência
16. A festa do divino
17. Do jeito que o rei mandou
18. A grande verdade
19. Capital do tempo
20. Pr’o esporte
21. mangueira, minha alegria
22. Vale ouro

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2006 Vivo Feliz

1. Intro
2. Opinião
3. Eu gosto da minha terra
4. Rio de Janeiro
5. Volta por cima
6. Somos todos iguais
7. Two tac
8. Concórdia
9. Computadores fazem arte
10. Lata d’água

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2007 Beba-Me

1. Meu guri (Intro)
2. Beija-me (Beba-me)
3. Estatutos da gafieira
4. O neguinho e a senhorita
5. Pra que discutir com madame
6. Exagero
7. Dor de cotovelo
8. Pranto livre
9. Palmas no portão
10. Lata d’água
11. Teleco-teco 1
12. Cartão de visita
13. Teleco-teco 2
14. Malandro
15. Rap da felicidade

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2008 Chega de Saudade (Com Marku Ribas e Banda Luar de Prata)

1. Não deixe o samba morrer - Elza Soares e Marku Ribas
2. De noite na cama - Elza Soares
3. Um calo de estimação - Elza Soares e Marku Ribas
4. Você não vale nada - Marku Ribas
5. Tequila - Banda Luar de Prata
6. Bebete vãobora - Banda Luar de Prata
7. Lama - Elza Soares
8. Sonata ao luar - Banda Luar de Prata
9. Mulheres - Marku Ribas
10. Bambino - Elza Soares
11. Cha-cha-cha - Marku Ribas
12. Como uma onda (Zen surfismo) - Banda Luar de Prata
13. Mon amour, meu bem, ma femme - Banda Luar de Prata
14. Chega de saudade - Rogério Duprat

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domingo, 1 de novembro de 2009

BRASÍLIA FEDERAL FALANDO PARA O MUNDO

A revista Satélite 061 é uma vitrine da arte e dos artistas em Brasília. O intuito é divulgar a arte dos brasilienses no exterior, com produção dos Ossos d’Ofício e Só Som Salva. E essa galera, Marcelo, Déborah, Martha, Pezão, Barata e Oops foram na fé - digo na feira internacional de world music, a Womex, divulgar a revista.

A idéia é isso mesmo. Divulgar os artistas da cidade no exterior e quem sabe atrair investidores. Sejam aqueles que querem vir tocar na cidade, produzir, divulgar etc. Mas também não se pode representar todo eles na revista – e na cidade são tantos... Pois o critério principal para definir qual artista é publicado, ou não, foi a importância da sua obra e, ou, sua relevância no cenário atual. Mesmo assim, alguns devem ter ficado de fora, talvez até muitos...

Para isso existe o site, que em primeiro momento vai mostrar a revista, mas no futuro deve funcionar como uma vitrine, onde cada artista poderá se inscrever e manter seu próprio perfil, além de divulgar si mesmo e sua arte.

Enfim, tudo legal, tudo muito bom... E aí? Com a revista nas mãos, essa galera rumou para Copenhague, na Dinamarca, para participarem da Womex. Então chamei o Barata no emelho e fiz algumas perguntinhas sobre o que anda acontecendo por lá.

Como é que foi a chegada docêis?
Chegamos terça 27/10, depois de passar uma porrada de tempo baldeando nos aeroportos, no meio do pinga-pinga, encontro com produtores/ músicos/ modelos/ bailarinos/ atores (nesse ramo não tem especialização, tem que fazer tudo – pra entender tudo – multimídia) de outros estados com o mesmo destino, parada para devassa, bate papo, um mostra o que está levando pra feira – um dvd produzido em outra turnê européia, edição bacana – festivais gringos sempre são interessantes e podem render ótimos frutos. O trampo começa e ainda tem muita informação, cds, cartões, turnês, expertise, embromations para serem trocadas durante a viagem. Hey ho escambo!

Como assim escambo?
Escambo mesmo rolou a noite, após o reconhecimento inicial dos apês (alugamos dois, um para três pessoas e outro pra quatro – somos uma equipe grande, um time de futebol de salão com reserva), todos muito brancos, claros, bem bacanas. Mas voltando à troca, fomos pra Cristiania, bairro boêmio daqui, podemos chamá-lo como Pezao disse, Dinamaica. Chegamos lá de baú e metrô, e saímos na frente de uma praça meio escura, um sai e entra de gente, danado. Então fomos conferir. E num é que tinha um portal..., com um visu cinematográfico, uma galera cúúl na parada fumanú, vira à esquerda, paredes pintadas, grafitadas, sobe escada, moçada fumando, roupas e óculos cúúls, entra, desembolsando 70DKK (dead kennedys kennedys pros internos) a coroa local, pede cerva, produzida no local, com um rótulo manero, besourão, três grupos vão se apresentar, microfones, pedais, efeitos e começa um som bacana, mas 20 minutos seria bom desse som, a parada se estende e fica um transe mântrico das repetições, uma hora entra uma mina com guitarra e canta um lance new wage como bjork indie, efeitos psicodelicos, cúúls, tá valendo, o pub é massa – Loppen é o nome do place. Legislação própria, alguns problemas com o comércio da jamba em barraquinhas a céu aberto, balanças alterads e uma ciculação impressionante de locais, turistas, junkies, cúúls e outras tribos na pilha do "digestivo".

Caracavéio!!! E no dia seguinte? Vocês ainda estavam vivos?
Quarta/28out, montagem do stand, Vanessa na pressão, acorda a moçada as 10 da matina, vamos a pé pro outro apê, pra encontrar os outros e pegar o material, 1000 revistas que serão distribuídas no Womex, 300 cds coletâneas do catálogo, cds e dvds do Sacassaia, Cacai Nunes, Integral Bambu, Patubatê, e um promo da Criolina com produções próprias, remixes e duas mixtapes no final.

Qual a importância que os grigos dão ao material?
Aqui é importante trazer um material bacana, com capa bonita, bilíngue e começar a conhecer, embromar, inglezar, macarronear e trocar infos, contacts, make business... Nosso objetivo é mostrar a cena brasiliense e agendar a Criolina na gringa. Muitos já sabem quem é a Satelite 061, estamos com uma certa moral na feira, pequena mas é uma moral. E isso é importante, todos elogiam a revista, o design grafico, a diversidade e possibilidades que existem na cidade. No stand recebemos os DJs Tudo e Tahira de sampa. Parcerias e bons contatos sendo feitos, com o nosso objetivo firme e forte. O stand da BMA estava lá com vários amigos de estados diferentes - perto do nosso stand - todos na missão! Caribe, Istambul, Bélgica, Suiça, Chile, França e mais gente conversando com a gente sobre possibilidades. Duca!

E como foram recebidos na feira, a Womex?
Já começou na montagem do stand, na fila do cadastramento. Fechamos nossa TV de 42’', ligamos no lap da Martha, imagem e som, ok! Banners chegaram finalmente (haviam sido extraviados), rasga pagina da revista pra colocar, dupla face aqui, ali, Oops comenta que podia ter um piso no stand e vamos produzir, um chão quentinho, verde bandeira e tchanam: stand lindo com imagem do andre santangelo no fundo, a cara do Burle Marx no banner grandona (centenário do paisagista universal), arte dos caras do Estudio Mopa, foda! Vale ver entra aí no http://www.satelite061.com/.

E depois?
Ficamos direto. Ninguém foi pra casa tomar banho, bando de sujo, e ainda por cima esfomeados, fomos pra abertura do Womex no Copenhagen Concert Center (lugar foda, por fora, por dentro e a acústica impecável, sem palavras), onde rola um show de world music (cúúl) e um coquetelzin, bemzin mesmo, sem rango, fomos com a equipirada pernambucana, que estavam com uma van alugada, esparrar num dos 15 milhões de quababs que tem na Europa e nos deliciamos com esse quitute fim de noite, mas ainda tinha mais... Global , um club jóia, com show dos colombianos ‘Bomba Estereo’ (dancehall, psycadelic cumbia, eletronicos e pitadas indie) e o DJ Schack, o dinamarques que arrumou duas gigs pra nós aqui. Noite foda.

Fala um pouco dessas gigs ai?
Tocamos no Barbarellah, com o Schack, que é responsável por várias noites brazucas por aqui, é um bom DJ e casado com uma brasileira. Também rolou na noite o DJ, percussa, gente fina, Tidhy(?) e o percussa brasileiro Marquin(?), mais o DJ set do Marcelinho da Lua e do B.Negão - brothers de viagens, pois, tocamos juntos no ano passado na frança e bélgica na mesma feliz coincidência - onda boa! Galera empolgada e mostrando que a música brasileira veio pra ficar. Impressionante o numero de dinamarqueses que falam português e tem a cultura brasileira como referência. Pista cheia, apesar do som baixo, o lugar é mais um bar que um club, o povo dança, literalmente até o chão, e mais, dança tudo! Moçada eclética! Na outra noite, The New Brazilian Sounds, a noite brasileira organizada pela embaixada brasileira, festa da Womex (apesar de ser off-womex), e a Dinamarca, DJ Schack represents! Foi no Rust, um club foda, com as paradas gringas rolando nele - som de qualidade - profissionalismo em tudo, até no pagamento, vide recibo, numero do passaporte, tudo certin! Isso é foda! E mais o show do Marcelinho da Lua com o live do BossaCucaNova mix, trombones, percussa, guita, vocal... Foda! E depois B.Negron Sound System com DJ Maga Bo - nosso parceiro too. Foda tambien. Dancefloor lotado, gritinhos histéricos e a noite caminha... DJ setting Criolina broken is everthing too.

E Pezão? Como foi o ritmo de trabalho ai na feira?
O ritmo aqui é alucinante – neguinho não pára – daí sacamos que é impossível mandar notícias o tempo todo. Mas o que posso adiantar é que, mais uma vez, o trabalho que todos nós fizemos juntos repercutiu muito bem aqui, gerando uma pancada de oportunidade legal. Tocamos no Rust, o club mais tradicional de Copenhague. Fodásso! Lotado! A gringaiada sacudiu geral! Na mesma noite perdemos o show do Mulatu Astatke e Heliocentrics no Jazz House, que era no quarteirão ao lado. Mas tudo bem...

Pois é Pezão e Barata... Me despeço docêis disponibilizando pra geral, o arquivo digital que gerou os 300 cds da coletânia Satélite 061 e também o promo da Criolina, Dancemus et Rebolemus. E antes que eu me esqueça... As fotos são da Vanessa Paraguassu...

2009 Coletânia Satélite 061

1. Preto véio (Ha-Ono)
2. Canibal (Sacassaia)
3. Liberta coronha (Dudu Maia)
4. O verde mar de Angola (Luciana Oliveira)
5. Graciosa (Pablo Fagundes)
6. Nosso som (Galinha Caipira Completa)
7. Niemeyer (Amoy Ribas)
8. O avesso (Cacai Nunes)
9. Forró de tamanco (Ellen Oléria)
10. Peixe (Toró de Palpite)
11. Descomplica (Móveis Coloniais de Acaju)
12. O cabra da peste negra (Satanique Samba Trio)
13. Nos gerais (Roberto Corrêa e Siba)
14. Ka nho naben (Seu Estrelo + Petit Mamady Keita)
15. Tô bolado (Patubatê)

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2009 Criolina – Dancemus et Rebolemus

1. Supernaves (DJ Oops original mix)
2. Marcha do candango (DJ Pezão original mix)
3. Que Rico El Mambo by Señor Coconut (DJ Oops remix)
4. Oco Tambor Sólido by Bolão (DJ Pezao remix)
5. O Amargo by Eddie (DJ Oops remix)
6. Estrada do Sol by Os Incríveis (DJ Oops remix)
7. Mentira by Marcos Valle (DJ Oops remix)
8. Criolina tropical short mix
9. Criolina balkan & swing short mix

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domingo, 25 de outubro de 2009

POUCA SAÚDE E MUITA SAÚVA OS MALES DO BRASIL SÃO

“A tristura talqualmente correição de sacassaia viera na taba e devorara até o silêncio”, disse Mario de Andrade no livro Macunaíma. Sacassaia é o nome Tupi de uma espécie de formiga-correição amazônica, bicho brabíssimo, que devora até um homem inteiro. Gabriel Gardenal e Geraldo Horta, antes de usarem esse nome, usavam Emmassa Produções, pois foi nessa época que criaram o embrião de algumas canções, como ‘Ossoduro’.

Depois os dois convidaram o Tony Roballo... E mais algumas participações de alguns dos mais importantes artistas da música de Brasília, entre os quais Renato Matos, Indiana Nomma e Moisés Alves. O som que eles fazem é um som diferente...

Um ano de trabalho, doze músicas gravadas, finalizadas, mixadas e masterizadas. O resultado? Está no disco ‘Sampleando Deus e o Mundo’. Uma produção independente do grupo Sacassaia, com incentivo dessas leis de incentivo que por pouco não viram um castigo para o artista...

Depois de uma resenha nada convencional, bem diferente, enfim, chamei o Gardenel para um papo sobre o disco... O Tony e o Geraldo também foram procurados, mas não se manifestaram até agora. Quem sabe pelos comentários....

Porque Sacassaia?

O Sacassaia é um grupo formado por mim, o Tony Roballo (também do 'The Random') e o véio Geraldo Horta. O nome Sacassaia nos dicionários atuais você encontra como saca-saia, mas com essa reforma ortográfica todo mundo vai ter que voltar a escrever à maneira do Mário de Andrade: Sacassaia. Elegemos esse nome pela sonoridade, estranheza e porque descobrimos que na Internet não havia nenhuma outra referência a essa palavra que não estivesse ligada ao Macunaíma! Nenhuma banda, blog, grupo, nada. Hoje, quem escreve 'Sacassaia' no google, recebe links falando ou do Macunaíma ou da gente.

Com o fim do Emmassa Produções, o Horta se viu com um projeto de disco aprovado no FAC na mão e sem grupo pra gravar. Ele me perguntou se eu ainda topava tocar esse projeto e fazer algo na mesma praia e ao mesmo tempo diferente do que vínhamos fazendo no Emmassa, e então chamamos o Tony (Tomás) Roballo para fazer as bases. A experiência dele era com minimal, IDM, house bizarro com efeitos bizarros, mas ele botou fé, importante. Então metemos o pé na porta. E o disco é isso: tem hiphop diferente, ragga diferente, dub diferente, diferença diferente... Ao mesmo tempo tudo igual. 12 faixas como 12 irmãos. Cada um com sua individualidade, mas dá pra sacar que tem os mesmos pais.

Fale um pouco sobre os samples do disco?

O disco usa bastante sample, que é nada mais que picotes de outras músicas. Pegamos esses 'picotes' e retalhamos, costuramos de novo, pintamos, bordamos, às vezes usamos um retalho mínimo – ex.: um bumbo - às vezes são reconhecíveis, mas na maioria das vezes não são. É como se eu tirasse o triângulo da mão do percussionista do Sivuca porque eu gostei do timbre dele e o tocasse no meu disco.

E agora? Quais são os planos?

Agora estamos na fase de divulgação do trabalho. Jogamos as pedras na água e as ondas estão se propagando aos poucos. Já estamos fazendo inscrições em alguns festivais e em breve estou voltando para Brasília para iniciar a fase de ensaios e preparação de um show de lançamento, que vai contar com a presença de alguns dos músicos que participaram no álbum.

O que você tem escutado ultimamente?

Escuto muita coisa. Citando o saudoso Sabotage, tenho compromisso com o rap mas não só com o rap. Faço mais que apenas 'cantar rap'. Antes de voltar a compor, estava só discotecando, dentro duma proposta bem inusitada: misturar ragga, hiphop e música mediterrânea, oriental. De um tempo para cá voltei a escutar muito rap propriamente dito. Entre os nacionais, recomendo GoG, Flora Matos, EMICIDA conheci recentemente o trabalho, virei fã, o disco novo do GuindArt, ‘ Xeque Mate’, está ótimo. Escuto muito também a galera das antigas (Thaíde, Racionais) e muito hiphop de lugares inusitados como Etiópia, Israel, Cisjordânia, Turquia, China etc.

Como você vê os downloads grátis pela internet?

Eu sou a favor do download grátis. Apesar que eu acho que hoje em dia já não tem nem mais cabimento a discussão sobre se é certo ou errado o download grátis. Se o artista lança um disco, uma música que seja, ela vai ser ripada e disponibilizada de graça na internet independente do consentimento dele. Ingênuo quem pensar o contrário. Eu admiro a iniciativa do GoG por exemplo, que ano passado lançou o seu disco e disponibilizou ele em primeira mão propondo: 'pague quanto quiser' - Você baixa o CD inteiro e pode pagar tanto dez centavos ou cem reais! Fica solto.

Quer dar um recado para os ‘ovintes’?

Convido todos a visitarem a página oficial do Sacassaia, onde explica bem a formação grupo e do disco.

2009 Sampleando Deus e o Mundo

1. Pega o gringo
2. El culebrón
3. Ossoduro
4. Ululai
5. Hachaim hamuflaim
6. Transmissão inclusiva
7. O olho
8. Ululai II
9. Calabar
10. Maman
11. Gem jam
12. Canibal

Abacaxi
ou
Abaixaki

domingo, 18 de outubro de 2009

O PRIMEIRO ÁLBUM EXCLUSIVO DO YOUTUBE

Imagine um indivíduo em frente ao computador - por horas a fio - pesquisando ritmos e estilos, entre vídeo-aulas de diversos instrumentos e momentos solitários de inúmeros músicos do youtube.

Imagine um produtor musical juntando todos esses achados da internet, no youtube, e criando músicas com toda essa galera. Como um mashup supremo. Depois do Kutiman
... O youtube nunca mais será o mesmo.

O Kutiman
é um músico e produtor israelense que após lançar um disco em 2007 pelo selo alemão, 'Melting Pop Music', descobriu as vídeo-aulas no youtube, do baterista Bernard Purdie. No início ele queria tocar em cima das levadas do Purdie, mas acabou percebendo que poderia encontrar outros músicos, também na internet.

Foram meses de pesquisa entre centenas de vídeos, que acabaram reduzidos para apenas 100. Todos os selecionados pelo produtor, estão devidamente identificados pelos perfis no youtube. E como se não bastasse fazer uma única faixa utilizando essa técnica de mashup supremo, o cara lançou o primeiro disco exclusivo do youtube, com sete faixas sensacionais, mesclando diversos vídeos encontrados na rede social.

E como EuOvo, tu ouves, eles ouvem... Coloco o disco em apenas áudio para quem quiser curtir no player a vontade. Fica ai o link para um dos grandes lançamentos de 2009 - e eu ouso dizer que este é o mais revolucionário lançamento do ano. Porque numa tacada, o cara meio sem querer, discute o compartilhamento de arquivos, direito autoral etc... Não deixe de baixar e ver todos os vídeos.

2009 Thru-You

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1. Mother of all funk chords




Ficha técnica:

Theremin

drums

bass also at : playbassnow.com

Funk Guitar

gts-solo

Blues Harp & Vocals

Rock Guitar

Contrabass trombone

Trombone

Rhodes

mute Guitar

Tuba

Bass 2 also at : playbassnow.com

Tenor Saxophone

guitar bridge

Guitar bend

Hammond

Orange team cheer

Crazy Sax

Theremin Sex?

guitar Licks

Trumpet kid


2. This is what it became




Ficha técnica:

TIMESYNTH

Fire Siren

Piano Green

vocal

Bass

mute guitar

Melodica

Bass Synth

Güiro

Trombone

rhythm guitar

Dub Box

Dub Siren

Monster

Crash

speech

homemade dub

drums

Toy piano

clave

Piano


3. I'm new




Ficha técnica:

singer 2

Piano 2

Piano

Cello

Quartet

Violin

contrabass

MC

SH-101 Synthesizer

Gameboy & Moog

RS-09 Synthesizer

BONGOS

Cabasa

Quintet

MULTIMOOG

ride

singer

drums

Cymbals

PANArt

cash register


4. Babylon band




Ficha técnica:

drums

moog

Minimoog Synthesizer

buzuki

Synth test run

darbuka

Mawal

Brass

Trio

Organ

Analog Sequencer 1

Analog Sequencer 2

Analog Sequencer 3

4x4 Sequencer

Analog Synthesizer

Moog Sonic Six

drum machine

Moog Rogue

Korg MS-20

vactrol pattern synthesizer

bass drum

Steelphon S900 synthesizer


5. Someday




Ficha técnica:

Farfisa Mini Compact

Conga

bass

D-85 Overview

D-85 Arppegiator

La Clave

piano

vocal

flute

vibes

???

Roland SH-101 Synthesizer

Juno-60

Wind Gong

temple gongs

Tibetan Bowl

Agogo

Roland SH-1000 Synthesizer

jews harp


6. Wait for me




Ficha técnica:

Virtual Piano

over coffee

Piano

guitar solo

Tank Hank Drum

Xylophone

hand clap session

Bongos clave

shekere

Tambourine

Cymbals

"now"

Talkbox

String machine

PIANO

Drums

Electric guitar

Trio


7. Just a lady




Ficha técnica:

singer

drums

Bass

Wind Chimes

Giant Wind Chimes

flute

Ride

Harp

Synth

violin

domingo, 11 de outubro de 2009

É DE SANGUE E DE DOR

Ligiana Costa lança seu disco essa semana. Com produção do Alfredo Bello, o DJ Tudo, e participações de Hamilton de Holanda no bandolim, Philipe Baden Powell no piano, e de Marcelo Pretto e Tom Zé.

O Disco ‘De Amor e Mar’ abre com um samba de Batatinha e Paulo César Pinheiro, ‘Conselheiro’ e fecha com a canção ícone de Sergio Sampaio, ‘Eu quero é botar meu bloco na rua’. Mas também tem canções de Tom Zé, ‘Se’, Morais Moreira e Galvão, ‘Só se não for brasileiro nessa hora’ e do Baden Powell com Vinicius de Moraes, ‘Canto do caboclo Pedra Preta’.

Ligiana também apresenta composições próprias como ‘Onda’ e em ‘Queda por um samba’, que compôs em parceria com Celso Araújo, que também colocou letra no ‘Chorinho baixinho’ de Abel Ferreira.

É fácil curtir a delicadeza na voz de Ligiana, ouvindo esse disco de estréia, que prima pela simplicidade.

2009 De Amor e Mar

1. Conselheiro
2. Consideração
3. Se
4. Só se não for brasileiro nessa hora
5. Onda
6. Canto do caboclo Pedra Preta
7. Festa no olhar
8. Queda por um samba
9. Chorando baixinho
10. Pandeiro do Brasil
11. Eu quero é botar meu bloco na rua
ou

domingo, 4 de outubro de 2009

UM TELEFONE É MUITO POUCO PRA QUEM AMA COMO LOUCO

Querido Renato Matos,
Sei da dificuldade que o artista independente tem para gravar um disco e lançar esse material autoral nesse mercado que elege quem é ou não é rentável. São tantas correrias pra gravar cada faixa, e demora-se tanto pela falta de recurso, que cada trabalho torna-se um apanhado de várias épocas e várias influências que permearam cada período de nossa vida. São essas idas e vindas que fazem o artista, músico, poeta, pintor e compositor – talvez tenha esquecido o ator – manter-se na ativa. Como no caso do finado Paulo Tovar, que o agá-dois-olhos o tenha.

Me lembro do ‘Ziriguidum do Além’ daquelas épocas de feiras lá no Goiás, na tua casa em festa, showzinho a noite com a dupla Alfredog & KaphaGerson – e ousa, e ousa, e ousa... Mas o ‘Ziriguidum’ foi o grand-finale da noite, pelo menos em termos... Porque aquela noite terminou mesmo – ou começou a manhã – com o Tovar explicando a futura casa que ia construir em cima da antiga. “Vai ser toda redonda de dois andares”, dizia ele, que também explicava que o projeto ia ter um terraço pra ele e o Cobrinha ficarem vendo as estrelas com um telescópio – olha o agá-dois-olhos aí de novo.

Enfim, como o Tovar foi... Tu és um guerreiro moderno. Desses que brandem um microfone e têm a ousadia de lutar numa briga de gigantes. Ser independente é foda! Na sua época ainda dava pra tirar uma grana com o Léo Jaime cantando “um telefone é muito pouco pra quem ama como louco e mora no plano piloto”, mas hoje em dia os tempos mudaram. Não está dando tanto grana assim ser um artista de gravadora, ou ser um compositor e depender dos direitos autorais.

Mas taí um cenário no qual você já se acostumou, né? Digo isso porque no cenário atual – nessa briga de gigantes – você tem vantagem porque sempre se valeu dos shows e vê o disco como forma de divulgar o trabalho. Porque o próprio Luis Turiba o definiu como "a voz mais importante, mais constante, mais polêmica, mais gritante e mais viva de Brasília"... Por isso um telefone é muito pouco para a sua música, Mestre Renato... São preciso milhares de linhas telefônicas em banda larga, pra quem ama como louco e mora no plano piloto... Também espero que cada vez mais você lance preciosidades desse Baú do Renato...

Dentre os discos que apresento aqui – pra mim – destacam-se o ‘Reggadô’, com a ‘Banda Acarajazz’ e o ‘Mp.Tudo’, que reuniu várias pérolas da sua carreira. Quem é que tem o disco do ‘Ziriguidum’? Aqui tem também o disco ‘Trombetas’ e ‘Plano Piloto’, que incluía – pela primeira vez – uma versão ao vivo de ‘Um telefone é muito pouco’, gravada com Cássia Eller. Mas agora, essas faixas também são encontradas no disco em mp3, no ‘Mp.Tudo’. Valeu, Renato.

1993 Reggadô (& Banda Acarajazz)

1. Reggae do trator
2. Semente
3. Vitalidade
4. Sussunga
5. Reggae do jacaré
6. Todo cuidado é pouco
7. Rosa, Elvira, Veronica
8. Louvai
9. Se todo sentimento
10. Um telefone é muito pouco
11. Tamos aqui
12. Plug
13. Tudo indica
14. Oriki

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1997 Trombetas

1. Indignado
2. Tudo indica
3. Jacaré
4. Sussunga
5. Louvai
6. Minha delícia
7. Curazá
8. Se todo sentimento
9. Povo rico
10. After reggae
11. Acre doce
12. Baião blues
13. Solidão celular
14. Partido Clementina
15. Gulp

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2005 Plano Piloto

1. Não se clona
2. Triz tonho
3. Selva uma
4. Menina do parque
5. Bendito beijo na boca
6. Tambor do amor
7. Aguinaô
8. De Marias, de Amélias, de Madalenas
9. Um bar
10. Blog (Bar) libar
11. Um telefone é muito pouco (& Cássia Eller)

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2007 Mp.Tudo

1. Triz-tonho
2. Nada
3. Aguinaô
4. Caminhando por Brasília
5. Jay Ganesha (Versão dub)
6. Acredoce
7. No kizumba bateu
8. Selva uma
9. Rodofernália (Rimando Nicolas Behr)
10. Indignado
11. Coisa pagã
12. Pra quê
13. Se todo sentimento
14. Mamagaya (& Banda Laya)
15. Curazá curuzu
16. Menina do parque
17. Não vadeia (& Clementina de Jesus)
18. Um bar
19. Rosa, Elvira, Verona
20. Bendito beijo na boca
21. O tambor do amor
22. Paixão inútil
23. Pela vida inteira (& Natiruts)
24. Baião blues
25. Não se clona
26. Paris não está em chamas
27. Minha feliz internet
28. Plug
29. Minha delícia
30. Um telefone é muito pouco (Primeira versão)
31. Oriki
32. Sussunga
33. Malê de Balê
34. Tudo indica
35. Louvai
36. Semente
37. Menina do parque (Ao vivo)
38. A cidade quer
39. Minha Cuba libre
40. Vitalidade
41. Reggae do jacaré
42. Um telefone é muito pouco (Segunda versão)
43. Todo cuidado é pouco
44. Chorinho do Beirute
45. Marinheiro só
46. Acorda Maria Bonita,Lampeão
47. De Marias, de Amélias, de Madalenas
48. Solidão celular
49. Povo rico
50. Fala Calabar (& Caetano Matos)
51. Reggae do jacaré (Ao vivo)
52. Reggae do trator (Ao vivo)
53. After reggae
54. Guará I e II via eixo (Primeira versão)
55. Instrumental Laya (& Banda Laya)
56. Solidão celular
57. Um telefone é muito pouco (& Cássia Eller)
58. Pudim
59. Ferro

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domingo, 27 de setembro de 2009

QUASE FOI A VEZ DO FORROCK DO BEIRÃO

Fazia tempo que os porões estavam trancados. Mas foi preciso apenas uma pequena varredura para encontrar o número b057 na discoteca da Cultura FM. Não era bem o que eu procurava quando havia postado o segundo disco do artista cearense radicado em Brasília, Beirão.

Mini flashback:
Na postagem de 10 de outubro de 2008, eu havia disponibilizado três discos de bandas de Brasília, como 'Forró Paraibola' (bastante raro), 'Casa de Farinha' (nem tão raro assim) e do Beirão (o segundo disco de sua carreira).


Quando eu postei o disco do Beirão, ‘Forró Tecno Bode’, a verdadeira intenção era encontrar o primeiro álbum da carreira desse moderno repentista, o disco de 1999 ‘Isto é que é Forróck’. Esse disco tinha participação da banda 'Os Cachorros das Cachorras' - que influenciaram várias bandas que vieram depois – na canção ‘Tarado Zé Romeu’, com uma guitarra endiabrada do Toronto Viramundo.

Há também canções singelas como ‘Alecrim’ e a instrumental ‘Aderaldo blues’, que conta uma história através de um duelo entre a viola caipira do Cego Aderaldo e o violão blues de Robert Johnson. A disputa entre Beirão e Edu Brito tinha o sugestivo título baseado em literatura de cordel, ‘O encontro do Cego Aderaldo com Robert Johnson’, e ganhou até roteiro de curta-metragem na época.

Mas nem tudo era forróck no disco do Beirão, porque ele também se arriscava no reggae com forró na faixa cheia de malícia ‘O brilho do delegado’. Mas infelizmente o disco em questão não foi encontrado nos porões da Cultura FM. Após alguns anos na escuridão – diga-se um governo que não se deu atenção à cultura da cidade – muitos discos do acervo da rádio foram-se perdidos para sempre. Até mesmo o meu exemplar desse disco foi-se perdido em meio a tantas mudanças.

Pois a versão encontrada foi uma coletânia que tinha faixas do segundo disco do Beirão, juntamente com algumas faixas do primeiro disco, entre as já citadas ainda estão ‘Seu Luiz’, que faz homenagem ao Gonzagão, ‘Forró funk’, ‘Rock de brasileiro’, ‘Te apruma Zé doidão’ e ‘Ascende o nosso amor’. Há ainda a canção ‘Pára-choque’ que parece ter sido incluída como bônus na reedição do segundo disco desse artista - ou será que essa faixa estava no disco perdido e eu nem me lembro...

Então curtam ai ao lado – na rádio do blogui – essas faixas descritas acima e baixem logo esse disco logo abaixo.

2005 Beirão Collection - Do Pé-de-Serra ao Forróck

1 Tecnobode
2 Se eu não fosse solteiro eu casava com você
3 Seu Luiz
4 Amoródio
5 Tarado Zé Romeu (& Cachorros das Cachorras)
6 Televisão
7 Forró funk
8 México
9 Rock de brasileiro
10 Bonito
11 Tribus Maceió
12 Bom de baião
13 Alecrim
14 Baião internauta
15 Chico metaleiro
16 O brilho do delegado
17 Te apruma Zé doidão
18 Terreiro do céu
19 Pára-choque
20 Ascende o nosso amor
21 Aderaldo blues

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domingo, 20 de setembro de 2009

A IGREJA DA MÚSICA UNIVERSAL DE CARLOS CAREQA

O próprio Carlos Careqa avisa que não se importa com o download gratuito de seus discos na internet. Pois o trabalho dele é compor e apresentar a música. “Quando um disco meu aparece para download, eu fico feliz, pois tem alguém que acha importante colocar o disco ali”, lembra ele.

Depois de um disco sensacional, ‘A Espera de Tom’, no qual interpreta versões em português para canções de Tom Waits, Careqa lançou um disco no início deste ano, ‘Tudo que Respira quer Comer’. O álbum tem participações do trombonista Raul de Souza e do acordeon de Toninho Ferragutti, entre outros. As canções são composições do próprio Careqa, algumas em parceria, e alternam entre o lirismo e estranheza, como visto na canção ‘28’ com participação de Mônica Salmaso.

O amor entre o homem e uma vaca é o tema de ‘Vacamor’, cantada em parceria com um dos precursores do rock rural, Zé Rodrix, que morreu neste ano, e que possivelmente deve ter gravado última participação em disco neste disco do Careqa. A letra da canção ‘Cida’ mostra a força da poesia de Careqa e apresenta uma melodia funk e pop com participação do sumido Skowa. Enquanto a canção ‘Qué que cê qué’ trás uma bem humorada discussão entre Careqa e Maria Alcina.

O disco tem momentos inspirados, como a canção composta em parceria com Itamar Assumpção, ‘Mal desnecessário’. Em cada faixa há uma surpresa, seja nos arranjos de ‘Brasileiro’, na bela homenagem a Mario Quintana em ‘Isso passará’ ou no clima de ‘Feltro no ferro’. Um disco sublime e delicado que cativa o ouvinte com a sutileza das melodias e arranjos. Fica a certeza de um artista comprometido com a inovação da música, através de composições inteligentes e instigantes.

Assisti um show do Careqa, do disco ‘A Espera de Tom’. No meio do espetáculo, ele interage com a platéia e vende seus CDs de uma forma que nunca vi na vida. NO GRITO! Empunhando um megafone, Careqa incorpora um pregador religioso e suplica, ou ordena, aos fiéis que comprem seus CDs, enquanto a banda toca ‘Guaraná Jesus’. Pois se a salvação depende disso... Enfim, uma igreja que pretendo freqüentar...



2009 Tudo que Respira quer Comer

1. Tudo que respira quer comer
2. 28 (Vinte e oito), com Mônica Salmaso
3. Isso passará, com Tatiana Parra
4. Fantasias, com Fernando Vieira e Camilo Carrara
5. Qué que cê qué, com Maria Alcina
6. Brasileiro, com Marcelo Pretto
7. Cida, com Skowa
8. Vacamor, com Zé Rodrix
9. Por quê?, com Toninho Ferragutti
10. Canção de ninar para uma madrugada insone
11. Feltro no ferro, com Juliana Perdigão e Gabriel Levy
12. Mal desnecessário
13. A volta triunfal, com Guello
14. Às vezes, com Raul de Souza

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domingo, 13 de setembro de 2009

LUA E SUA MAIS NOVA RISADA ENLUARADA

O que pode parecer uma estratégia de vendas, à primeira vista, é na verdade uma releitura do primeiro álbum da jovem cantora Luana Gorayeb, conhecida como Lua.

Neste lançamento de 2009, ela revê seu repertório utilizando diferentes ritmos que deram nova roupagem às mesmas canções. ‘Tô na sua’ foi transformada num dub pelas mãos de Daniel Ganjaman, ‘Seres Tupy’ virou um ska frenético por Marcelinho da Lua, enquanto ‘Se tudo pode acontecer’ ganhou versão jazz do ‘Instituto’.

‘Maracatu de tiro certeiro’ ganhou remix com ‘Turbo Trio’, ‘Piercing’ com BiD e ‘Não deveria se chamar amor’ com Apollo 9. ‘Já ‘Obrigado (Por ter se mandado)’ foi a faixa que mais mudou em relação ao lançamento de 2008. A canção ficou bem mais eletrônica com a intervenção do ‘Ape Shit Brothers’, coletivo dos Djs Zegon e Ali Disco B. ‘Jogo bom’, que é uma balada romântica,também mudou bastante nas mãos de Lenny Ibizarre.

Esse disco, recém-lançado, ainda apresenta duas canções inéditas no repertório da Lua. ‘Solidão gasolina’ de Curumin e ‘Temporal’ de André Caccia Bava. Este é um novo lançamento da Olôko Records - 'Lua Remixes' - com produção de Daniel Ganjaman.

2009 Lua Remixes

1. Tô na sua (Daniel Ganjaman remix)
2. Seres Tupy - & Lenine (Marcelinho da Lua remix)
3. Se tudo pode acontecer (Instituto remix)
4. Maracatu de tiro certeiro - & B. Negão (Turbo Trio remix)
5. Piercing - & Sambatuh + Lison Fya (Bid & Gusta)
6. Não deveria se chamar amor (Apollo 9 remix)
7. Obrigado (Por ter se mandado) (Dj Zegon + Ali Disco B)
8. Jogo bom (Love Groove remix)
9. Solidão gasolina
10. Temporal

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