quinta-feira, 31 de agosto de 2006

DESCOBRINDO A BOSSA NOVA

João Gilberto nasceu na Bahia em Juazeiro, e mudou-se para Salvador com a intenção de ser crooner. Passou a integrar o grupo Garotos da Lua em 1950 no Rio de Janeiro e lançou dois compactos (publicados anteriormente). Foi expulso do grupo por ser indisciplinado.

Após a saída do grupo, João passou um período obcecado em criar uma nova maneira de tocar violão. Foi quando conheceu Tom Jobim, que influenciados pelo jazz norte-americano criaram a bossa nova.

João Gilberto inventou um estilo de tocar violão, que não necessitava de acompanhamento, numa sonoridade elegante e sofisticada do ritmo sincopado da percussão do samba. Quanto a técnica vocal da bossa nova, a novidade era o modo uniforme de cantar, sem vibrato, e num fraseado único antecipando ou posterior à base rítmica.

Em 1958 João lançou seu primeiro LP, "Chega de Saudade", que trazia a canção título. A música foi um sucesso imediato e lançou a carreira de João Gilberto, bem como o movimento bossa nova.

No inicio dos anos 60, a bossa nova já era sucesso absoluto, inclusive no meio que a influenciara, o jazz norte-americano. João Gilberto gravou um disco ao vivo com Herbie Mann e Tom Jobim em 1962. Porém foi com o convite do saxofonista Stan Getz, que a bossa nova alcançou sucesso mundial.

O disco chamou-se "Getz & Gilberto" e foi sucesso absoluto, continuando até os dias de hoje. O álbum trazia as performances de Stan Getz no saxofone tenor, João Gilberto na voz e violão, Tom Jobim no piano, Sebastião Neto no baixo, Milton Banana na bateria e a estréia de Astrud Gilberto nos vocais (veja Astrud cantando The girl from Ipanema com Stan Getz na publicação anterior) .

O álbum foi produzido por Creed Taylor, lendário produtor de jazz, que deixou a obra na gaveta por um ano, antes de lançar o disco. As gravações transformaram Astrud, então esposa de João, na porta-voz internacional da bossa nova.

Pra quem não curte bossa nova e detesta o bim-bom-bom do pato que vinha cantando alegremente, quein-quein, este disco é uma boa oportunidade para se apaixonar por este estilo musical genuinamente brasileiro. Digo isso com conhecimento de causa, pois, detestava a bossa nova, mas após ouvir esse disco, passei a cultuá-la como grande criação brasileira.

Eu considero este álbum o primeiro passo pra quem quer aprender a gostar de bossa nova. Vale a pena conferir.


1964 GETZ & GILBERTO

1. The girl from Ipanema
2. Doralice
3. Pra machucar meu coração
4. Desafinado (off key)
5. Corcovado (quiet night of quiet stars)
6. Só danço samba
7. O grande amor
8. Vivo sonhando (dreamer)

Compre o CD Getz & Gilberto.

quarta-feira, 30 de agosto de 2006

NÃO É A GISELE - MAS É DE IPANEMA

segunda-feira, 28 de agosto de 2006

BIM BIM BOM BOM

João Gilberto ficou com fama de desafinado, mas a verdade seja dita, ainda esta para existir cantor tão afinado quanto ele.

Os mesmos que pregavam a desafinação de João Gilberto são aqueles que não têm o ouvido apurado e não conseguem identificar o estilo criado por João Gilberto. A resposta a esses detratores de ouvido desprivilegiado veio nos versos da canção “Desafinado”, “Só privilegiados têm o ouvido igual ao seu, eu possuo apenas o que deus me deu...”.

Acontece que João Gilberto encontrou no jazz a inspiração para o seu cantar, fazendo na voz o que os intrumentistas do jazz faziam em seus instrumentos. O estilo musical ficou conhecido como “Bossa nova” e catapultou a carreira de João Gilberto, bem como a de Tom Jobim.

O estilo musical influenciou posteriormente o mesmo jazz norte-americano que tanto havia influenciado os brasileiros.

Antes de lançar seu primeiro long-play (LP), João Gilberto lançou cinco compactos simples de 78 rotações, que estão reunidos aqui neste único arquivo.

1950 - Garotos da Lua -78 rpm - Todamerica
A - Quando Voce Recordar (Valter Souza/Milton Silva)
B - Amar é Bom (Zé Keti/Jorge Abdala)

1951 - Garotos da Lua - 78 rpm - Todamerica

A - Anjo Cruel (Wilson Batista/Alberto Rego)
B - Sem Ela (Raul Marques/A.Ribeiro)

1952 - João Gilberto - 78 rpm - Copacabana

A - Quando Ela Sai (Alberto Jesus/Roberto Penteado)
B - Meia Luz (Hianto de Almeida/João Luiz)

1958 - João Gilberto - 78 rpm - Odeon

A - Chega de Saudade (Tom Jobim/Vinicius de Moraes)
B - Bim Bom (João Gilberto)

1959 - João Gilberto - 78 rpm - Odeon

A - A Felicidade (Tom Jobim/Vinicius de Moraes)
B - O Nosso Amor (Tom Jobim/Vinicius de Moraes)

http://www.mediafire.com/?1ucctnejmgz


Todos compactos estão fora de catálogo, para compra na internet.

terça-feira, 22 de agosto de 2006

BOTAR... BLOCO... RUA...

sexta-feira, 18 de agosto de 2006

SAMPAIÓFILOS REGOZIJAI-VOS

Quando Sergio Sampaio saiu de Cachoeiro do Itapemirim, ele queria conquistar o mundo. Mas acabou não estando preparado para isso. Sergio era locutor de radio na sua cidade natal, a mesma cidade natal de Roberto Carlos, seu pai Raul Sampaio, maestro da banda de música da cidade, e quem compôs “Cala a boca, Zébedeu”, cantada pelo filho anos mais tarde.

Foi na rádio de Cachoeiro de Itapemirim que Sergio aprofundou seus conhecimentos musicais. Porém foi no rio de Janeiro, após passar por muitas dificuldades como morar na rua e dormir embaixo de marquises, Sergio foi convidado para acompanhar um amigo ao violão, durante um teste na gravadora CBS. Foi atendido por um tal de Raul dos Santos Seixas, que então era produtor da gravadora. Depois que Odibar, o amigo de Sampaio, cantou suas canções, Raulzito não se mostrou muito satisfeito. Sampaio aproveitou para emendar uma de suas músicas, Raulzito gostou e pediu para ouvir mais uma, e ouviu “Côco verde”. Sampaio desfilou uma série de canções de seu próprio repertório. Quando saíram da gravadora, Sampaio e Odibar, Raulzito cochichou ao pé do ouvido de Sampaio, “volte amanhã”.

Nasceu uma amizade que chegou até influenciar a carreira do próprio produtor musical, que já havia desistido de sua própria carreira. Quando se encontraram no dia seguinte os dois iniciaram uma pareceria musical que rendeu inúmeros sucessos. Sampaio foi convidado a virar compositor da gravadora, e compôs musicas interpretadas pelo Trio Ternura, José Roberto, Renato & seus Blue Caps e Tony & Frankie. Raul também produziu o primeiro compacto de Sergio Sampaio em 1971, com as músicas “Côco verde” e “Ana Juan”.

Raul também produziu um disco para Leno em 1971, antigo parceiro de Lílian na dupla Leno & Lílian que cantavam “Pobre menina” na primeira fase da Jovem Guarda. O disco “Vida e obra de Johnny McCartney” foi mutilado pela censura e arquivado pela gravadora CBS. Porém, Raul Seixas viu na parceria com Sergio Sampaio uma boa oportunidade de aprofundar seu projeto musical de compor um disco conceitual mais ousado que o disco de Leno. Raul e Sergio gravaram o disco, com participações de Edy Star e Miriam Batucada. Este disco ficou conhecido como "Sociedade da Grã-Ordem Kavernista apresenta Sessão das dez", também de 1971.


Aproveitando a viagem do diretor da gravadora, Evandro Ribeiro, Raul Seixas lançou o LP, e quando Ribeiro retornou, teve que recolher os discos das lojas e meter um cabresto no seu produtor musical. Raul ainda produziu o segundo compacto para Sampaio em 1972, com as músicas “Classificados nº 1” e “Não adianta”.

Raul foi para a gravadora Phillips e levou Sampaio junto. Foi para a gravadora Phillips, que Sampaio gravou seu maior sucesso, A canção “Eu quero é botar meu bloco na rua”. A canção foi um sucesso e tocou a exaustão nas rádios. A gravadora encomendou um LP, produzido por Raul Seixas. A Phillips queria outro sucesso como o primeiro, mas Sampaio gravou um disco cheio de músicas com letras complicadas e difíceis.

O primeiro sucesso assustou Sampaio que se tornou arredio e paranóico. Após um compacto em 1974, com as músicas “Meu pobre blues” e “Foi ela”, Sampaio se desligou da gravadora Phillips e se afastou do show business. Em 1975, Sampaio gravou um compacto para a gravadora Continental, com as músicas “Velho bandido” e “O teto da minha casa”. No ano seguinte lançou o segundo LP, “Tem que acontecer”. O disco foi um relativo sucesso, mas o cantor não participou da divulgação, o que prejudicou as vendas. Em 1977, Sampaio gravou seu último compacto pela Continental, com as músicas “Ninguém vive por mim” e “História de um boêmio (Um abraço no Nelson Gonçalves)”.

Sampaio ficaria anos afastado, sempre com crises de tuberculose e outros problemas de saúde, acarretados pela sua boemia. Em 1983, Sampaio lançou o terceiro LP “Sinceramente” por um selo independente Gravina, mas o LP passou despercebido no meio da febre new wave da música popular brasileira.

Sampaio ficou no ostracismo, relegado apenas ao circuito universitário e de pequenos bares e boates. Em 1983 após participar de um show com Raul Seixas em Salvador, Sampaio recebeu convite para gravar um novo disco pelo selo Baratos Afins. Chegou a gravar o repertório numa gravação caseira, mas em 1994, faleceu no Hospital IV Centenário de Santa Tereza no Rio de Janeiro, após uma crise de pancreatite crônica.

Sergio Natureza, amigo intimo de Sampaio, organizou o disco de tributo “O balaio do Sampaio” com vários artistas, entre eles Eduardo Duzek, Chico César, Lenine e Zeca Baleiro. Foi Baleiro quem assumiu a responsabilidade de produzir a fita de material inédito de Sergio Sampaio. Este disco foi finalmente lançado em 2006 com o título “Cruel”.

Existe ainda um disco do Sergio Sampaio lançado apenas na Internet com o título de “Disco inédito” ou “Cru”. Este disco tem todas as músicas do lançamento de 2006 e outras duas inéditas como “Destino trabalhador” e “Chuva fina”. Existe ainda uma gravação ao vivo de Sampaio com a música “Menino João”, esta gravação esta incluída no link deste “Disco Inédito”.

1971 Compacto (Côco verde)

1. Côco verde
2. Ana Juan

http://www.mediafire.com/?c4dzzngm4g2

1972 Compacto (Classificados nº 1)

1. Classificados nº 1
2. Não adianta

http://www.mediafire.com/?c2mbb7xrnm2

1973 Eu quero é botar meu bloco na rua

1. Lero e leros e boleros
2. Filme de terror
3. Cala a boca Zébedeu
4. Pobre meu pai
5. Labirintos negros
6. Eu sou aquele que disse
7. Viajei de trem
8. Não tenha medo, não (rua Moreira, 65)
9. Dona Maria de Lourdes
10. Odete
11. Eu quero é botar meu bloco na rua
12 Raulzito Seixas

http://www.4shared.com/file/28105389/6ff1640d/1973_Eu_Quero__Botar_Meu_Bloco_na_Rua.html

1974 Compacto (Meu pobre blues)

1. Meu pobre blues
2. Foi ela

http://www.mediafire.com/?5391ibxfdgb

1975 Compacto (Velho bandido)

1. Velho bandido
2. O teto da minha casa

http://www.mediafire.com/?exofobzt1em

1975 Convocação geral nº 2 Som Livre

Sergio Sampaio – Cantor de rádio

http://www.mediafire.com/?5woowmyyi0z


1976 Tem que acontecer

1. Até outro dia
2. Que loucura
3. Cada lugar na sua coisa
4. Cabras pastando
5. Velho bode
6. O que pintar, pintou
7. A luz e a semente
8. Quanto mais
9. Tem que acontecer
10. Quatro paredes
11. Filho do ovo
12. Velho bandido

http://www.4shared.com/file/28108946/ac066b9b/1976_Tem_Que_Acontecer.html

1977 Compacto (Ninguém vive por mim)

1. Ninguém vive por mim
2. História de um boêmio (um abraço no Nelson Gonçalves)

http://www.mediafire.com/?ayfmnwcwpj1

1983 Sinceramente

1. Homem de trinta
2. Na captura
3. Tolo fui eu
4. Só para o seu coração
5. Essa tal de mentira
6. Meu filho, minha filha
7. Cabra cega
8. Sinceramente
9. Nem assim
10. Doce melodia (com Luiz Melodia)
11. Faixa seis

http://www.4shared.com/file/28127090/ddb9c85a/1982_Sinceramente.html

1994 Disco Inédito (ou Cru)

1. Em nome de Deus
2. Roda morta ou reflexões de um executivo
3. Polícia, bandido, cachorro e dentista
4. Brasília
5. Quero encontrar um amor
6. Magia pura
7. Muito além do jardim
8. Destino trabalhador
9. Pavio do destino
10. Uma quase mulher
11. Rosa púrpura de Cubatão
12. Chuva fina
13 Menino João (bônus track ao vivo)

http://www.4shared.com/file/28114243/a78fe6fd/1994_Disco_Indito.html

1998 Balaio do Sampaio

1. Sergio Sampaio - Eu quero é botar meu bloco na rua (Remasterizada)
2. Chico Cesar - Em nome de Deus
3. Erasmo Carlos - Feminino coração de Deus
4. João Bosco - Rosa púrpura de Cubatão
5. Zeca Baleiro - Tem que acontecer
6. Zizi Possi – Meu pobre blues
7. Lenine - Pavio do destino
8. João Nogueira - Até outro dia
9. Eduardo Duzek - Velho bode
10. Renato Piau - Que loucura
11. Járds Macalé - Velho bandido
12. Luiz Melodia - Cala a boca Zébedeu
13. Elba Ramalho - Eu quero é botar meu bloco na rua

http://www.4shared.com/file/28118303/88f7f676/1998_Balaio_do_Sampaio.html

2006 Cruel

1. Em nome de Deus
2. Roda morta
3. Polícia, bandido, cachorro e dentista
4. Brasília
5. Magia pura
6. Rosa púrpura de Cubatão
7. Muito além do jardim
8. Real beleza
9. Pavio do destino
10. Quero encontrar um amor
11. Quem é do amor
12. Cruel
13. Uma quase mulher
14. Maiúsculo

http://www.mediafire.com/?0imypvna2wl

Compre o Sergio Sampaio em CD; Eu quero botar meu bloco na rua, Tem que acontecer e Cruel.

Como Bônus para quem não conseguiu baixar os discos - pelos links expirados - segue um registro de Sérgio Sampaio ao vivo - muito provavelmente registro de 1988, com as músicas, Dona Maria de Lourdes, Dadim, Eu quero botar meu bloco na rua (com duas versões - uma delas com participação de Jards Macalé) e Quero ir.

http://www.4shared.com/file/28120851/95cfdec1/1988_Ao_Vivo.html

Outro show ao vivo do Sérgio Sampaio gerou outro arquivo MP3, com um medley de canções do compositor capixaba. Vejam o link abaixo, do show no Centro Cultural Banco do Brasil.

http://www.4shared.com/file/28121188/eed044c2/1978_Ao_Vivo_CCBB.html

segunda-feira, 14 de agosto de 2006

A FESTA DO DIZZY

“Dizzy’s Party” foi gravado em 1976 com Dizzy Gillespie no trumpete, Ray Pizzi nos saxofones soprano e tenores, Rodney Jones na guitarra, Benjamin Franklin Brown no baixo elétrico, Mickey Rocker na bateria e Paulinho da Costa na percussão.

Dizzy Gillespie foi trumpetista famoso, tocou com inúmeras lendas do jazz, como Miles Davis, Charlie Parker, Max Roach e Jonn Coltrane. Dizzy começou sua carreira tocando no clube Onyx em Nova Iorque em 1944, e foi um dos fundadores do estilo jazzístico be-bop. Seu nome foi em decorrência ao estilo frenético com que tocava o trumpete e suas caretas ao tocar o instrumento.

Dizzy Gillespie morreu em 1993 vítima de câncer e esta enterrado no cemitério Flushing no bairro Queens em Nova Iorque.

Paulinho da Costa, percussionista deste projeto, é um dos músicos brasileiros mais bem sucedido no exterior. Também gravou com lendas do jazz como Miles Davis, Quincy Jones e o próprio Dizzy Gillespie. Gravou músicas com outros artistas populares como Madonna, Sting e Michael Jackson.

O ponto alto da carreira deste percussionista brasileiro foi a gravação da canção “We are the world”, bem como “La isla bonita” de Madonna, e o álbum “Thriller” de Michael Jackson. Paulinho também contribuiu na gravação das trilhas sonoras dos filmes “A cor púrpura”, “O mágico insequecível” e “Footloose”.

Este disco de Dizzy Gillespie traz uma mistura de jazz com funk, mesclando ritmos e instrumentos. O álbum foi produzido por Norman Granz, um pioneiro em misturar jazz com outros estilos.


Dizzy’s Party 1976

1. Dizzy's Party
2. Shim Sham Shimmy On The St. Louis Blues
3. Harlem Samba
4. Land Of Milk And Honey


Compre o CD Dizzy's party.

sábado, 5 de agosto de 2006

BLACK SABBATH CARTOON




Impressão minha, ou o Ozzy sempre foi xarope assim mesmo?
A comprovação veio com o reality show "The Osbournes".
O Ozzy sempre foi xarope assim mesmo...

Este cartoon, apesar de iniciar com a data de 1974, foi produzido após os anos 90 e utilizado no programa humoristico "Saturday Night Live", TV Funhouse.

sexta-feira, 4 de agosto de 2006

BLACK SABBATH

A banda formada por Ozzy Osbourne nos vocais, Tony Iommi na guitarra, Geezer Butler no baixo e Bill Ward na bateria foi pioneira em introduzir o heavy metal e o hard rock ao mundo.

Formada em 1966 em Birminghan na Inglaterra, o quarteto inicialmente chamou-se de Polka Tulk, depois Earth até que mudaram o nome definitivamente para Black Sabbath, inspirados num filme de terror dirigido pelo italiano Mario Bava e estrelado por Boris Karloff.

Após anos de muita dificuldade, os quatro de Birminghan entraram em estúdio em 1969 para gravarem o álbum de estréia. "Black Sabbath" foi lançado em 1970, com uma explosiva mistura de rythym blues com guitarras pesadas. A capa do disco trazia uma figura de preto que mais parecia uma bruxa do século XVIII. O local onde foi tirada a foto que ilustra a capa do disco de estréia é visitado por turistas, com o intuito de conhecerem de perto o lugar da clássica foto sombria. A vista aérea do moinho de Mapledurhan no rio Thames.

O disco de estréia fez muito sucesso e foi seguido por outros grandes sucessos da banda. São parte da discografia oficial do Black Sabbath, “Paranoid” também de 1970, “Master of Reality” de 1971, “Vol. 4” de 1972, “Sabbath Bloody Sabbath” de 1973, “Sabotage” de 1975, “Technical Ecstasy” de 1976 e “Never say Die” de 1978. Depois de 1979 Ozzy Osbourne deixou o Black Sabbath e iniciou uma bem sucedida carreira solo. O vocalista foi substituído por Ronnie James Dio nos discos “Heaven and Hell” de 1980, “Mob Rules” de 1981 e “Live Evil” de 1982. Ian Gillian do Deep Purple gravou o próximo álbum como vocalista, “Born Again” de 1983.

Após a saída de Gillian o Black Sabbath acabou e Tony Iommi lançou-se em carreira solo, mas a gravadora decidiu lançar seu álbum solo com o nome de Black Sabbath, que acabou nas prateleiras como “introducing Tony Iommi Seventh Star” de 1986. O vocalista deste disco foi Glen Hughes, que foi substituído em seguida por Tony Martin, que gravou, “The Eternal Idol” em 1987, “Headless Cross” em 1989, “Tyr” em 1990, “Cross Purposes” em 1994, “Cross Purposes Live” e “Forbiden” ambos em 1995.

Dio retornou ao Black Sabbath em 1992, quando gravou o disco “Dehumanizer”. Porém a reunião mais esperada ocorreu em 1997, quando a formação original se reuniu novamente para gravar o disco “Reunion” ao vivo, com duas músicas inéditas. Os quatro de Birminghan estavam juntos mais uma vez e prometendo mais um disco de inéditas, é esperar para ver. Em 2002 “Past Lives” foi lançado, com gravações ao vivo realizadas entre 1970 e 1975.

O Black Sabbath de 1970 foi lançado na época com uma música cover “Evil woman”, originalmente gravada pela banda Crow. Quando o disco foi lançado em CD, não foi possível liberar os direitos autorais do cover e o disco foi relançado com “Wicked world” no lugar. Porém o cover acabou tendo o direito liberado e saiu num relançamento posterior. A versão do disco que esta publicado abaixo tem a canção cover “Evil woman”. Outra música do mesmo álbum, a canção “Warning” também é cover da banda Ansley Dumbar’s Retaliation.

A canção “N.I.B.” não significa “Nativity in Black” como se imagina, mas sim um apelido para a barba grotesca do bateirista Bill Ward na época. “Wasp” é a introdução para a música “Behind the wall of sleep”, assim como “Bassicaly” é para “N.I.B.” e “A bit of finger” para “Sleeping village”.


1970 Black Sabbath

1. Black Sabbath
2. The wizard
3. Wasp/ Behind the wall of sleep/ Bassicaly/ N.I.B
4. Wicked world
5. A bit of finger/ Sleeping village/ Warning
6. Evil woman

http://www.mediafire.com/?ctrr3lg2bvo


Comprar o CD Black Sabbath.