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Por isso o blogui encerra este período de hiato na esperança de alcançar o aporte financeiro necessário para dar continuação aos trabalhos por mais um ano.

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domingo, 30 de maio de 2010

ESSA É A HISTÓRIA DE UMA TULIPA

Era uma vez uma tulipa cantora que sonhava demais. Ela sonhava com gravações em campo, texturas, ruídos, bordados e cantigas de ninar. Mas todos eram sonhos passageiros, porque o que ela gostava mesmo era de cantar. Então ela cantava e flutuava... E suas pétalas esvoaçavam...

Essa Tulipa é filha de Luiz Chagas, guitarrista da banda de Itamar Assumpção, ‘Isca de Polícia’, e irmã de Gustavo Ruiz, guitarrista da Mariana Aydar e Vanessa da Mata, além de integrar as bandas TP4 e DonaZica. Pois foi ele quem produziu ‘Efêmera’, disco que ela lança hoje no Auditório do Ibirapuera.

O disco abre com a canção título, uma balada folk com ukele e guitarra slide aliados a um coral de sereias, as ‘Negresko Sis’(Anelis Assumpção, CéU e Thalma de Freitas). Em ‘Pontual’, ela canta o cotidiano de um desencontro no cinema, onde a marcação da guitarra cria a idéia do tempo passando.

Tulipa é boa em criar canções de ninar e isso fica claro em ‘Do amor’, clima reforçado com o cantar angelical dela. Em ‘Pedrinho’ ela contou com a participação de vários amigos famosos, como Tiê, Mariana Aydar, Juliana Kehl, Leo Cavalcanti e Tatá Aeroplano.

‘A ordem das árvores’ traz uma letra invertendo a ordem dos fatores para não alterar o passarinho, com um final que me lembra de Caetano Veloso, quando ele ganhou um beijo na boca e correspondeu àquele beijo... ‘Sushi’ é outra balada romântica, composta em parceria com o pai.

‘Brocal dourado’ além de ter sido composta em parceria com o irmão, tem a participação de Iara Rennó, Anelis Assumpção e Thalma de Freitas nos vocais e o baixo de Kassin. O disco segue com ‘Aqui’, uma leve balada romântica com um final inesperado.

‘Às vezes’ é um presente do pai, uma verdadeira crônica da vida à noite na cidade de São Paulo. ‘Da menina’ é uma canção psicodélica onde Tulipa apresenta em versos o início da puberdade feminina. ‘Só sei dançar com você’ termina o disco com a participação de Stéphane San Juan nos vocais e percussão.

A banda que acompanhou Tulipa nesse disco é formada por Gustavo Ruiz e Luiz Chagas nas guitarras e vocais, Márcio Arantes no baixo, Dudu Tsuda no teclado e Duani na bateria. Neste domingo, ela lança oficialmente o CD gravado e masterizado pela YB Music, no Auditório do Ibirapuera, com essa mesma banda e mais participações de Donatinho e Stéphane.
Ela falou à revista TPM sobre o disco.
De onde veio o nome do CD?
O primeiro nome foi "Pontual", uma outra música. De repente Efêmera, que havia feito com Gustavo e esquecido, ressurgiu com tanta força que foi a primeira a ser gravada. A palavra em si é mais usada no sentido de momentosa, atual, do que de meramente passageira. Até lembra Vinícius "infinita enquanto dura".

2010 Efêmera

1. Efêmera
2. Pontual
3. Do amor
4. Pedrinho
5. A ordem das árvores
6. Sushi
7. Brocal dourado
8. Aqui
9. Às vezes
10. Da menina
11. Só sei dançar com você

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domingo, 23 de maio de 2010

MEDO E DELÍRIO NO TERREIRO DO JAZZ

O Guizado avisou que o disco novo ia vir com mais letras, mais verbos, mais cantoria. E era verdade... Das 11 faixas do álbum, apenas cinco são instrumentais, contra seis cantadas, com letras, verbos e tudo mais. Vale lembrar que o disco anterior, ‘Phunx’, era instrumental.

O disco ‘Calavera’ tem uma levada tão marcante que funciona como hipnose. A primeira faixa, ‘Amplidão’, leva a crer que os barulhinhos espaciais vão reinar absolutos num universo de cacofonia, mas logo apresenta rica melodia e bela letra. Isso mesmo. Eu disse, letra.

‘Asfalto quente’ é instrumental, mas consegue transparecer um suspense tangível, no qual é quase possível sentir o asfalto queimando, o suor batendo, o suor batendo... Em ‘Girando’ a letra é cantada com muito efeito, o que faz bem à canção. Mais barulhinhos de robôs.

‘Mais além’ tem uma batucada doo bop. Algo como Miles Davis encontra cultura popular brasileira. O Guizado promoveu um encontro do espaço com o sertão. Medo e delírio no terreiro do jazz.

Mais um ‘Rolê beleza’ com cara de cumbia, bregão, guitarrada... O que você quiser... A verdadeira maionese. Todas influências estão ai, explícitas pra todo mundo ouvir. Essa faixa para mim é pura ‘Sessão da Tarde’. Todos estilos e influências.

‘O marisco’ esconde uma letra de pura poesia concretista que “o mar esconde um lugar que está lá pra chegar, como em qualquer lugar”. Sacou? ‘Skate phaser’ é um belo dueto do Guizado com a CéU, com direito a solo de game-boy.

‘Calavera’ e ‘Wow’ são belas peças intrumentais, leves e pesadas na medida certa, respectivamente... Mas é ‘Vendaval’ que tem a função de fechar o ciclo deste Guizado, incluindo-o no gênero das músicas de grandes estádios. Radiohead X Beirut X Tambores de Burundi.

Enfim, o Guizado tem todas influências aparentes para quem quiser ouvir e curtir. E quem seria ele sem essa banda maravilhosa na retaguarda? Guizadoman é o Guilherme Menezes, que também é o Guizado, que também é a banda formada pelo Curumin na bateria, Rian Batista no baixo e Régis Damasceno na guitarra.

2010 Calavera

1. Amplidão
2. Asfalto quente
3. Girando
4. A emanação dos sonhos
5. Mais além
6. Rolê beleza
7. O marisco
8. Skate phaser
9. Calavera
10. Vendaval
11. Wow

Abaixar pelo Álbum Virtual

domingo, 16 de maio de 2010

OS SETE MODERNOS DO SAMBA



‘Os Originais do Samba’ tinham como principais características o canto em uníssono e o bom humor que levavam para todas as apresentações. Foi a banda brasileira de samba que primeiro se apresentou no ‘Olympia’ de Paris.

Não dá para falar dos ‘Originais do Samba’ sem mencionar o Mussum. Corre o risco do falador acabar passando mal. Pois é nesse clássico, ‘Falador passa mal’ que você ouve a risada inconfundível dos tempos dos ‘Trapalhões’.

Antes de integrar a trupe de comediantes; ao lado de Renato Aragão (Didi), Manfried Sant’Anna (Dedé) e Mauro Gonçalves (Zacarias); Antonio Carlos (Mussum) fazia parte dos ‘Originais’, que começou com espetáculos no Copacabana Palace, como exmeplo o ‘Teu Cabelo Não Nega’, e depois acompanhando Elis Regina e Baden Powell.

No final dos anos 70, Mussum deixou o conjunto para fazer parte dos ‘Trapalhões’, que faziam muito sucesso nas noites de domingo. Foi então que todos tiveram a chance de conhecer o grande comediante que era o Mussum. O fato é que o “jeitis” de falar do Mussum, já era bastante usado nas músicas dos ‘Originais’. Nos ‘Trapalhões’, Mussum era ele mesmo.

Almir Guinéto também já integrou a banda por um breve período no final dos anos 70. Rubinho Lima, que hoje é mais conhecido por causa do grupo ‘Sambasonics’, também já fez parte do grupo. Essa banda é uma das grandes representantes do samba-rock brasileiro e ainda está na ativa tendo lançado um disco de inéditas em 2008.

Seria bom poder afirmar que a discografia completa da banda segue abaixo. Mas infelizmente faltam seis peças para fechar esse quebra-cabeça, são elas ‘Os Originais do Samba’ de 1981, ‘Canta, Meu Povo, Canta’ de 1983, ‘Brincar de Ser Feliz’ de 1992, ‘Os Originais do Samba’ de 1995, ‘Os Originais de Todos os Sambas’ de 1997 e por fim ‘Swing dos Originais’ de 2003.

Então já sabem... Se alguém achar... Tem os comentários logo ali embaixo. É só passar por lá.

1968 Show Recital (com Baden Powel & Márcia)

1. Vento vadio
2. Marcha escocesa
3. Carinhoso
4. Valsa de Eurídice
5. Berimbau
6. Canto do Caboclo Pedra Preta
7. Só por amor
8. Apelo
9. Samba da bênção

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1969 Os Originais do Samba

1. Cadê Tereza
2. O rapaz do violão
3. Enlouqueci
4. No morro é assim
5. Bacubufo no caterefofo
6. Despertar do lavrador
7. Sei lá Mangueira
8. Domingo da Rosa
9. Larga meu pé, reumatismo
10. Não ganha se não quiser
11. Canto chorado
12. Até meu final

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1969 Os Originais do Samba Vol. 2

1. Vou me pirulitar
2. Eu gosto demais da menina
3. Sambas de Hollanda
4. Carnaval sem fantasia
5. Senhor Samba
6. Olha quem chega
7. Se papai gira
8. Em ritmo das 4 grandes
9. Paticumbá
10. Lá no morro
11. Com tristeza e sem poesia

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1970 Samba é de Lei

1. Tá chegando fevereiro
2. Vestido branco
3. O segundo cara
4. Canta comigo
5. Rio de Janeiro (Um samba só não dá)
6. Perdão com dignidade
7. É de lei
8. Eu queria era ficar sambando
9. Todo morro acordou
10. O bem e o mal
11. Pra ela
12. Sambista

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1971 Samba Exportação

1. Uma praça e você
2. A subida do morro
3. Linha de Umbanda
4. Tudo é alegria
5. Amarrei meu bode
6. A fé remove montanhas
7. Tenha fé, pois amanhã um lindo dia vai nascer
8. Mas que menininha
9. Brasileiro
10. Simplesmente
11. Samba internacional
12. Oh! Bela
13. Demonstração

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1972 O Samba é a Corda... os Originais a Caçamba

1. Do lado direito da rua direita
2. Catimba criolo
3. Ciranda cirandeia (Recife em dia de festa)
4. Esperanças perdidas
5. Cravos e rosas
6. As três capitais
7. A volta do ponteiro
8. Eu vou pagar pra ver
9. Tchuna Macurucaiao
10. Boi bumbá
11. Tereza
12. E lá se vão meus anéis
13. Lá vem Salgueiro

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1973 É Preciso Cantar

1. É preciso cantar
2. Casca de coco
3. Saudosa maloca
4. Você esqueceu
5 .Frevo do Saberê
6. Última folia
7. Os sucessos de Roberto e Erasmo
8. Ao velho poeta Pixinguinha
9. Falador passa mal
10. Mulher
11. Ilusão maior
12. Carnaval

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1974 Pra Que Tristeza

1. Saudade e flores
2. Samba do Arnesto
3. Cabeça que não tem juízo
4. Tragédia no fundo do mar (Assassinato do camarão)
5. Pra que tristeza
6. Mulata faceira
7. Boato
8. Canto de amor
9. Buchicho
10. Complicação
11. Quem me dera
12. Não sei de nada

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1975 Alegria de Sambar

1. Confidências de um sambista
2. Calango do Seo Tibúrcio
3. Pot-pourri de Benito di Paula
4. Velhos tempos
5. O bom do lugar
6. É ouro só
7. De álcool ou poesia
8. Cresça e apareça
9. A dona do primeiro andar
10. Mexe-mexe
11. Os cabras de Lampião
12. Vou tirar a roupa
13. Mulher ingrata
14. As mariposas
15. No reino da Mãe do ouro (Samba-enredo da Mangueira 1976)

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1976 Em Verso e Prosa

1. Testamento de partideiro
2. O caderninho
3. Quem perde é que chora
4. Tem jeito de alegria
5. Devaneio
6. Calangojongo
7. Em verso e prosa
8. Gibóia comeu boi
9. Jogo numerado
10. Herói sou eu
11. Pombo correio
12. Toca Nicanor

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1977 Os Bons Sambistas vão Voltar

1. Vou levando meu canto
2. Ave Maria do Salgueiro
3. Só quem cantou fui eu
4. Arrependimento
5. Alucinação
6. Contrariedade
7. Nego véio quando morer
8. Os bons sambistas vão voltar
9. Batuqueiro
10. Rabo de saia
11. Eu agradeço
12. Cachaça no tanque

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1978 Aniversário do Tarzan

1. Aniversário do Tarzan
2. Maria vai ver quem é
3. Meu vestibular
4. Sorriso de bamba
5. Sambatheque (Tá tudo aí)
6. Blusa amarela
7. Olha o Padilha
8. Pedi ao céu
9. Ta-hí (Pra você gostar de mim)
10. Desabrigo
11. Pot-pourri
12. A noite é nossa

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1979 Clima Total

1. Mundo de paz
2. Mané marcou, dançou
3. Cadê Maria
4. Malango Bê
5. Na mesma rua
6. O amor nascerá depois
7. Bebedeira do Zé
8. Sandália da nega
9. Baile familiar
10. Massagem
11. A volta da sorte
12. Rio antigo

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1986 A Malandragem Entrou em Greve

1. Volta coração
2. A malandragem entrou em greve
3. Brasil caboclo
4. O ganso
5. Bate, machuca o véio
6. Sinal de vida
7. Ritmista
8. Gaivota
9. Esqueleto folgado
10. Falsos bacanas
11. Jogo numerado
12. Sanduiche de artistas

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1989 Sangue Suor e Samba

1. O rei da cocada preta
2. Luz do infinito
3. Nega do cabelo sanfonado
4. Samba do criolo doido
5. Nega
6. Seleção 90
7. Festival na TV
8. Vou mudar de amor
9. Alegrias de domingo
10. Trem das onze
11. O poeta falou (Zona leste somos nós)

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1994 A Vida é Assim

1. A vida éassim
2. Óh que saudade
3. Deixa eu poder te amar
4. De corpo e alma
5. Se ela me chamar
6. Reconciliação
7. Tá na hora
8. Não vá embora
9. Sexy Iemanjá
10. Cara a cara

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2000 Ao Vivo

1. A subida do morro
2. Pra que ou recordar o que chorei
3. Vamos decidir
4. Falador passa mal
5. Do lado direito da rua Direita
6. Buchico
7. Casca de côco
8. Esperanças perdidas/ Saudades e flores/ É preciso cantar
9. Saco cheio
10. Cadê Tereza
11. Bebeto Loteria
12. Alegrias de domingo
13. Recomeçar
14. Teu nome
15. Jeito de amar
16. Delírios de amor
17. Homenagem as escolas de samba

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2008 A Corda Arrebenta e o Samba não Cai

1. Liberdade e sossego
2. Entrega nas mãos de Deus
3. Bala perdida
4. Swinga saculeja
5. Esse meu menino
6. Onde mora o pagode / Essa é a hora
7. A corda arrebenta e o samba não cai (Cara feia)
8. Na rua, na chuva, na fazenda (Casinha de sapê)
9. Enchente
10. Lua cheia
11. Lenha na fogueira
12. Campo minado
13. Minha favela
14. Coração deserto
15. Amante do luar
16. Água na boca
17. Todos carnavais

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domingo, 9 de maio de 2010

A MARCA DA MAMÃE-LOBA

Putaquepariu! Ninguém esperava que em pleno século XXI, alguma banda ainda fosse capaz de fazer um som que emulasse os grandes clássicos como ‘Led Zeppelin’, ‘Black Sabbath’ e ‘Deep Purple’.

‘Wolfmother’ é uma mistura de tudo isso. Tem hora que Andrew Stockdalle parece um Ozzy Osbourne cantando, enquanto outras ele mais lembra Robert Plant – sem esquecer também Ian Gillian... E o som da guitarra? E os riffs? Está tudo ai... Não falta nada.

Hoje, a banda é um quarteto liderado por Stockdale na guitarra e voz, com Aidan Nemeth na guitarra base, Ian Peres no baixo e teclados, e Will Rockwell-Scott na bateria. Amanhã pode ter qualquer outra formação, uma vez que a veia pulsante é Stockdale e suas viagens.

Rockewell-Scott não gravou bateria no segundo disco da banda, ‘Cosmic Egg’. Quem tocou bateria foi Dave Atkins, que deixou o grupo amigavelmente.

Antes disso, o ‘Wolfmother’ era um trio, com Stockdalle, Chris Ross no baixo e teclados, e Dave Atkins na bateria. Mas os dois integrantes desistiram de acompanhar Stockdalle, por causa de “diferenças irreconciliáveis”.

Esses três caras, irreconciliávelmente diferentes, foram um dia ao menos amigos de boteco que tocaram juntos e faziam um som maneiro. O que é que pode ter causado essa irreconciliável indiferença entre eles?

Mas juntos eles gravaram um dos melhores discos de estréia (‘Wolfmother’) desde... Hummm, vejamos... Quem sabe o ‘Led Zeppelin I’ do ‘Led Zeppelin’, o ‘Black Sabbath’ do ‘Black Sabbath’ e até com o ‘In Rock’ do ‘Deep Purple’ (mesmo este sendo o terceiro disco de estúdio da banda, mas considerando o primeiro com a formação clássica – em estúdio porra!).

Felizmente para alegria geral e felicidade dos ‘ovidos’ da galera do rock, Stockdalle segura bem o segundo disco. ‘Cosmic Egg’ não chega ser melhor que o primeiro – devido também a surpresa que o som da banda causou quando surgiu – mas tem uma abertura matadora com duas porradas na sequência, ‘California queen’ e ‘New moon rising’.

Por isso aproveitando o ensejo dessa data comemorativa – o dia das mães. Segue um presente para os ‘ovidos’ de sua progenitora. Então não se esqueça de aumentar o volume no máximo para ‘ovir’ essa porrada toda!

2010 Live from Sydney

1. Dimension
2. Cosmic egg
3. Woman
4. Pilgrim
5. Joker and the thief

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2010 Live in Munich

1. Presenter
2. Dimension
3. Cosmic egg
4. Woman
5. White unicorn
6. Apple tree
7. Presenter
8. Colossal
9. Sundial
10. Back round
11. Vagabond
12. Presenter
13. Joker and the thief

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2009 Acoustic

1. Cosmic egg
2. White feather
3. Back round
4. Vagabond
5. Cosmic egg
6. Wuthering heights
7. Don’t let it bring you down
8. In the morning
9. Sundial
10. Woman (introduction)
11. Joker and the thief
12. Cosmic egg (bônus track)
13. Communication breakdown
14. Where eagles have been

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2009 Enmore Theatre Sydney

1. Dimension
2. Cosmic egg
3. White unicorn
4. New moon rising
5. Woman
6. White feather
7. Back round
8. Joker and the thief

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2009 White Feather (EP)

1. White feather (Tiedye remix)

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2009 Back Round (EP)

1. Back round

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2009 New Moon Rising (EP)

1. New moon rising
2. New moon rising (Yacht remix)
3. New moon rising (Riton vocal rub)
4. Back round (acoustic)

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2009 Cosmic Egg (Deluxe Edition)

1. California queen
2. New moon rising
3. White feather
4. Sundial
5. In the morning
6. 10,000 feet
7. Cosmic egg
8. Far away
9. Cosmonaut
10. Pilgrim
11. Eyes open
12. Back round
13. In the castle
14. Caroline
15. Phoenix
16. Violence of the Sun

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2007 Please Experience Wolfmother Live

Disc 1

1. Dimension
2. Pyramid
3. Apple tree
4. White unicorn
5. Love train
6. Witchcraft
7. Tales from the forest of gnomes
8. Woman
9. Mind’s eye
10. Vagabond
11. Colossal
12. Joker and the thief

Disc 2
1. Woman/ Jam
2. Where eagles have been
3. Midnight lover
4. Love attacker
5. Communication breakdown
6. Back round
7. The violence of the sun
8. Monolith
9. Inside the mountain
10. Perfect day
11. Backstage with Wolfmother (bonus track)

Abaixar o Disco 1
Abaixar o Disco 2

2007 Live in St. Petersburg

1. Dimension
2. Pyramid
3. Apple tree
4. White unicorn
5. Where eagles have been
6. Tales of the forest of gnomes
7. Jam
8. Mind’ eye
9. Witchcraft
10. Love train
11. Colossal
12. Joker and the thief
13. Vagabond
14. Woman

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2007 Live Earth

1. Dimension
2. Apple tree
3. White unicorn
4. Woman
5. Pleased to meet you
6. Joker and the thief

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2006 Live in Berlin

1. Dimension
2. Pyramid
3. Apple tree
4. White unicorn
5. Love train
6. Where eagles have been
7. Woman
8. Witchcraft
9. Mind's eye (intro)
10. Mind's eye
11. Vagabond
12. Colossal

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2006 Dimensions (EP)

1. Dimension
2. Mind's eye
3. Love train
4. The earth’s rotation around the sun

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2005 Live at the Wireless

1. Introduction
2. Dimension
3. Pyramid
4. Woman
5. White unicorn
6. Witchcraft
7. Where eagles have been
8. Apple tree
9. Tales from the forest of gnomes
10. Mind's eye

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2005 Wolfmother

1. Colossal
2. Woman
3. White unicorn
4. Pyramid
5. Mind's eye
6. Joker and the thief
7. Dimension
8. Where eagles have been
9. Apple tree
10. Tales from the forest of gnomes
11. Witchcraft
12. Vagabond

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2004 Wolfmother (EP)

1. Dimension
2. Woman
3. Apple tree
4. The white unicorn

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domingo, 2 de maio de 2010

O SOM DO FINO EM UNÍSSONO

O ‘Fino Coletivo’ não é mais o mesmo, mas continua o mesmo. Acontece que a banda tinha o Wado na formação original, mas segue agora sem ele, que preferiu investir na carreira solo. Deixando à Alvinho Cabral, Lancellotti, Adriano Siri, junto com Daniel Medeiros, Donatinho e Marcus César, a função de continuarem o som do ‘Fino Coletivo’.

Nesse recém-lançado álbum, ‘Copacabana’, eles passaram com louvor no teste do segundo disco. Tudo começou com a regravação de ‘Swing Campo Grande’, para o concurso da ‘Oi’. A faixa foi um dos destaques e acabou dando o início ao novo disco de estúdio.

Com composições inspiradas a banda começa de cara com uma canção balançada, que carrega a assinatura genética do ‘Fino Coletivo’, em ‘Batida de trovão’. ‘A coisa mais linda do mundo’ já havia sido gravada por Wado (em seu primeiro disco), mas é composição de Alvinho Cabral, e foi regravada com mais suingue.

‘Ai de mim’ segue mostrando ao ouvinte, o que o ‘Fino Coletivo’ faz de melhor, um samba-rock moderno com vocais em uníssono. Logo depois da instrumental ‘Doce em Madri’, eles mostram o samba-canção ‘Fidelidade’.

‘Bravo mar’ mostra o lado mais popular do ‘Fino Coletivo’, com outra canção fácil de cantar em uníssono, junto com a banda. ‘Minha menina bonita’ é uma balada meio reggae, meio afoxé – poderia muito bem existir na voz de Virgínia Rodrigues.

Parceria com Wado, ‘Beijou você’, também já havia sido gravada por ele em seu primeiro disco, mas essa versão está mais dançante. Aliás, a banda também regravou ‘Se vacilar o jacaré abraça’, do terceiro disco do Wado.

‘Abalando geral’ também foi regravada (essa música saiu originalmente no primeiro disco da banda) com participação especial de De Leve. ‘Nhem nhem nhem’ talvez seja a faixa mais pop do disco, de autoria de Totonho.

O disco encerra com ‘Velho dia’, que pode ser uma bela continuação de ‘Boa hora’ – primeira faixa do primeiro disco deles – e ‘Amor meu’.

2010 Copacabana

1. Batida de trovão
2. A coisa mais linda do mundo
3. Ai de mim
4. Doce em Madri
5. Fidelidade
6. Bravo mar
7. Minha menina bonita
8. Beijou você
9. Abalando geral
10. Swing de Campo Grande
11. Nhem nhem nhem
12. Se vacilar o jacaré abraça
13. Velho dia
14. Amor meu

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